Nuno Amaral Jorge

A obsessão com os livros começou aos quatro anos e meio, dividida entre as primeiras letras da Banda Desenhada, e alguns textos de outros formatos. Principiou e nunca mais parou, até que resolveu começar a escrever os primeiros guiões e histórias, já com seis anos, rabiscando por cima de papel vegetal os formatos dos super-humanos e dando-lhes diálogos imaginados. Depois veio a Marvel, a DC, Goscinny, Robert E. Howard, o Batman do Neal Adams, Blake e Mortimer, Bourgeon, Alan Moore, Neil Gaiman, e outras centenas de autores e personagens. Com os “outros livros” reforçou-se o gosto pela chamada nona arte, que continua a crescer e a maravilhar.
Jurista, formador, desportista, geek convicto, espera um dia poder escrever outra coisa na quadrícula da profissão dos formulários administrativos. Espera, acima de tudo, poder continuar a escrever e a publicar, porque não há absolutamente nada que se compare poder partilhar o que se imagina.
Nuno Amaral Jorge é o argumentista responsável pela história do primeiro volume de Apocryphus “Absolvição”.

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